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06
Fev13

Por terras e aldeias de Portugal - Linha da CP Porto-Aveiro (Estação da Granja)

nona
 
 
Linha da CP Porto-Aveiro (Estação da Granja) 
 
(Estação CP Granja - Alçado Frontal)
(Estação CP Granja - Pormenor do Alçado frontal)
(Estação CP Granja - Alçado lateral direito)
(Estação CP Granja - Alçado posterior)
 
(Estação CP da Granja - Entrada para a estação do lado da circulação de comboios)
 
(Azulejo -  Azenhas no Tâmega)
(Azulejo -  Universidade de Coimbra)
(Azulejo -  Convento de Cristo em Tomar)
(Azulejo - Ponte Romana em Condeixa)
(Azulejo - Torre de Belém)
(Azulejo -Trecho da Ria de Aveiro)
 
 
04
Fev13

Douro (V) - Olhares sobre o Santuário de Panóias e a Vila Velha (Vila Real)

nona

Olhares sobre o Santuário de Panóias e a Vila Velha (Vila Real)
 
(Frente do Museu da Vila Velha [Vila Real])
 
(Cartaz da exposição)
 
(Uma perspectiva da maquete do complexo sagrado de Panóias [Museu da Vila Velha])
 
(No terreno - Vista parcial da rocha nº 1, com inscrições, onde se situava um templo)
 
(No terreno - Vista parcial da rocha nº 2 onde se situava outro templo)
 
(No terreno - vista parcial da rocha nº 2)
 
(No terreno - vista parcial da rocha nº 3 onde se situava outro templo)
 
(Pormenor da rocha nº 3)
 
(Pormenor das escadas da rocha nº 3)
 
(Zona adjacente ao complexo sagrado de Panóias)
 
(Obstáculos visuais - Igreja do Palácio de Mateus)
 
(Horizontes de meios de circulação moderna vistos da Vila Velha - Perspectiva 01)
 
(Horizontes de meios de circulação moderna vistos da Vila Velha - Perspectiva 02)
 
(Colorido de luzes sobre o rio Corgo)
 
(Pedaços de «vidas» debruçadas sobre o ocaso - Árvore à volta do cemitério velho)
 
(Pôr do sol sobre um trecho da Vila)
 
(Capelinha de São Brás na Vila Velha)
 
(São Brás)
 
Transcreve-se um texto do JN, de Eduardo Pinto, sobre a particularidade de uma tradição que, na Vila, anda ligada à figura de São Brás:
 

Rapazes dão a gancha às raparigas e depois pedem-lhes o pito

(Eduardo Pinto/Jornal de Notícias [JN])

 

Este domingo é dedicado a São Brás. Em Vila Real manda a tradição que os rapazes de Vila Real ofereçam a gancha às raparigas. Mas elas ficam em dívida. A 13 de dezembro, dia de Santa Luzia, terão de dar-lhes o pito. Uma tradição que começou por ser religiosa e que com o tempo ganhou cariz popular.

 
 
(Álea Zita mostra os doces tradicionais - foto Eduardo Pinto/JN)
 

Repete-se ano após ano. Uma troca que também já se estende a familiares e amigos, e que não dispensa uma boa dose de brejeirice.

 

A gancha é açúcar e água. Assim simples. Um doce típico de Vila Real em forma de bengala, inspirado no báculo de São Brás, que foi bispo, e cuja associação não tem uma explicação muito bem definida.

 

O JN foi ver como se fabricava na Casa Lapão. Um estabelecimento que se empenha na produção de pastelaria conventual fiel à receita tradicional. "Há quem lhe acrescente outras coisas, mas nós, aqui, é só mesmo água e açúcar. Este vai numa panela ao lume e fica líquido, depois vertemos sobre a banca de pedra e conforme vai arrefecendo moldamo-lo", explica Álea Zita.

 

Enquanto molda as ganchas, esta pasteleira de 31 anos da Casa Lapão lembra a lenda de São Brás, padroeiro das doenças da garganta: "Uma criança estava engasgada com uma espinha na garganta e não havia maneira de lha tirarem. Então, São Brás usou uma espécie de gancha feita de açúcar e meteu-lha na boca. A criança colaborou porque a gancha era doce e conseguiu tirar-lhe a espinha. A partir daí ficou a tradição da gancha".

 

(Nossa Senhora da Espectação - Museu da Vila Velha)

 

Espectemos, então, pelo 13 de Dezembro!

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